[RESENHA] Valker: O Nascimento do Mal (Redenção) por M. A. Costa

Olha só quem está de volta : REDENÇÃO! Quem acompanha o blog sabe o quanto essa série tem um lugarzinho bem especial no meu coração. Eu amo essa saga não só pelo fato da trama ter me cativado, mas também por que tive a oportunidade de conhecer e estabelecer uma parceria muito legal com a autor de toda essa coisa linda.

Dessa vez vamos embarcar na história de Valker Kipsang, e conhecer o princípio do que levou ele a se tornar o homem terrível que nos é apresentado no livro Redenção : Legionella.

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Páginas: 8 páginas

Autor: M. A. Costa

Sinopse: Em Redenção – Legionella caos, ódio e morte voltam a bater à porta da humanidade. No século XXVI, um grupo racista desenvolve uma super bactéria e caberá a Peter Brose, político jovem, influente e bem intencionado, o desafio de salvar a humanidade do risco iminente de apocalipse por conta de uma guerra biológica em escala mundial. Entretanto, sua experiência de vida não o preparou para os fatos deploráveis que se seguirão. O conto Valker narra os anos mais marcantes da vida de Valker Kipsang,e os fatos que o influenciaram de forma indelével, moldando sua personalidade e transformando-o no assassino em massa que iremos conhecer em Redenção – Legionella.

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Nasci na cidade maldita.

E assim começa um dos contos mais pequenos que já li na minha vida, e ao mesmo tempo, um dos que mais me despertou emoções durante a leitura. A leitura de Valker me possibilitou ter uma visão diferente sobre o personagem que eu conheci lendo Redenção. No livro um – Legionella – a descrição de Valker é a seguinte :

Valker Kipsang era um homem mau. Nasceu mau e morreria mau. Conta a história que na juventude ele se gabava de ter inventado 35 maneiras diferentes de matar gatos. Já matou pequenos felinos rodopiando–os no ar pela cauda e atirando–os longe, já matou partindo–lhes a coluna. Já matou fazendo–os de bola de futebol. Foram 35 maneiras diferentes. Cada uma mais cruel que a outra.

A ideia que eu tinha do personagem era que ele era mau, sempre havia sido mau, e seria assim para o resto da vida. Ser mau era algo intrínseco ao seu ser. Porém, ao ler o conto Valker: O Nascimento do Mal, descobri que isso não era bem verdade.

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O conto começa com Valker fazendo uma descrição de uma cena, que no começo, não faz muito sentido para o leitor.

Nasci na cidade maldita. Nasci quando interrompi o arco descendente da faca na cidade maldita. Cravada no meu peito. Dor lancinante e sangue escorrendo na cidade maldita. Arranco o punhal do meu peito . Revido. Meu algoz empalado.

E então, o personagem começa a contar o que o levou até aquele momento. Conhecemos um Valker de 12 anos. Temos uma mãe que sofre nas mãos do seu pai, que está tomado pelas drogas. É uma situação incontrolável. A cada dia que passa a situação vai ficando pior. Vemos a descrição de seu pai passar de ” o homem ” para ” o Monstro”. Infelizmente, as tentativas da sua mãe de resolver essa situação não foram o bastante, e ele vive rodeado por medo e raiva.

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O cenário para o “homem mau” nascer foi criado. Valker toma uma atitude para tentar salvar a mãe daquela vida, e as consequências de tal atitude vão criar o Valker que nós conhecemos em Redenção. É nesse momento, quando você vê o que ele fez e as consequências de tudo, que você percebe o que levou o nascimento do homem mau.

Tenho doze anos de idade e eu nasci neste maldito dia, nesta maldita cidade.

Nesse momento, tudo com relação aquele personagem faz sentido. Você entende o que levou o personagem a ser o Valker Kipsang mau, que nasceu mau e morreria mau. É simplesmente fantástico.

Eu gostaria de falar tudo e comentar cada página do conto, mas quero que cada um tenha a experiencia de ler e se emocionar, como eu tive. Porém, como sempre, eu gostaria de fazer um link desse história com um vilão muito famoso no universo da Marvel. No Demolidor nós temos o Rei do Crime, conhecido como Fisk. Na série produzida pela Netflix, tem um episodio que eles retratam um acontecimento da infância desse vilão, acontecimento este que perturba a mente dele por toda a vida. A história do Valker me lembra muito a do Fisk, tanto a infância como no futuro eles acabarem se tornando vilões tão fortes. E entendam que isso não é algo ruim.

É isso galera.

Queria continuar escrevendo e escrevendo, mas quero que vocês leiam. Estou pensando em fazer um vídeo especial só para falar sobre esse universo do Redenção, o livro principal e todos os contos. Acho que é uma boa forma de poder conversar melhor sobre essa saga. 😀

É isso… Grande abraço e até a próxima.

Leia também : Redenção Livro Um – Legionella * Metrovinos * Fim da Guerra Part.1

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4 comentários em “[RESENHA] Valker: O Nascimento do Mal (Redenção) por M. A. Costa

  1. Já li “Valker: o nascimento do mal” e gostei muito, fantástico, assim como todos os contos da série Redenção Livro um-Legionella.

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