Por dentro de… Clube da Luta Ed.Capa Dura + Ed. Colecionador

Esse é o primeiro Por dentro de…” Yayyy!

Esse quadro tem como objetivo mostrar alguns detalhes de edições especiais – ou só edições – de livros. As vezes, você viu aquele livro lindo, e está afim de comprar, mas não sabe como ele é por dentro – a diagramação, os detalhes… Então, esse vídeo serve exatamente pra isso. Sem explicação, é algo totalmente visual, para deixar você com ainda mais vontade de comprar aquela edição de colecionador que está em promoção ♡

Gostou? Quer saber mais sobre essa história? É só conferir a resenha que eu fiz aqui no blog. ❤

ACOMPANHE O HEY YSA NAS REDES SOCIAIS:

Facebook TwitterInstagram ▲ You Tube ▲ Pinterest ▲ Skoob

▁▁▁

Anúncios

Estou lendo… Prometo Perder, do Pedro Chagas Freitas | LIVRO

Desde o lançamento de Prometo Falhar, eu estava louca para ler algum texto do Pedro Chagas. Por sorte, acabei conseguindo sair do Mochilão da Record com seu novo livro, Prometo Perder, e agora não tem mais desculpa para não conhecer um pouco mais sobre a escrita desse autor.

Quando comecei a ler, percebi que ia ser bem difícil fazer uma resenha do livro, então resolvi fazer um post com “Estou lendo…”, falando um pouco sobre o livro enquanto estou lendo.

Nessa obra, que conseguiu ganhar meu coração na primeira página, somos apresentados a uma nova perspectiva do amor, talvez a perspectiva real do amor. Na maioria dos livros, esse sentimento é retratado como algo perfeito – o famoso felizes para sempre. Ou retratado como algo puro. Nunca que em um livro de romance romântico teríamos uma história onde o personagem se casaria com alguém que acabou de conhecer – tipo, a dois minutos – e teria a certeza que a ama verdadeiramente, como nunca amou alguém na vida. E bem… dentre os vários textos que temos nesse livro, nos deparados com um exatamente assim – o meu preferido, sem dúvida.

Somos todos apaixonados e malucos, perdoe a redundância.

A obra é composta de vários textos, não se resumindo a uma narrativa com começo, meio e fim. Temos textos de duas, três páginas… Ou páginas que se resumem a uma linha. Por isso, não existe uma forma de ler o livro: leia da primeira para a última páginas, do final para o começo, abre em um página aleatória e leia. Faça como achar melhor.

Prometo perder.
Prometo por vezes fraquejar, por vezes cair, por vezes ser incapaz de ganhar. Nem sempre conseguirei superar, nem sempre conseguirei ultrapassar. Nem sempre poderei ser capaz de ir tão longe como você me pede, de te dar exatamente o que você merecia que eu te desse. O que desesperadamente te quero dar. Nem sempre conseguirei sorrir, também.
Prometo perder.
Prometo ainda me manter vivo depois de cada derrota, resistir ao peso insustentável de cada impossibilidade. Há de haver momentos em que sem querer te magoarei, momentos em que sem querer tocarei no lado errado da ferida. Mas o que nunca vai acontecer é desistir só porque perdi, parar só porque é mais fácil, ceder só porque dói construir.
Prometo Perder.
Porque só quem ama corre o risco de perder; os outros correm apenas o risco de continuar perdidos.
Prometo Perder.
Porque só quem nunca amou nunca perdeu.

Prometo Perder surpreende, ironicamente, por falar do amor como ele realmente é, e não como as pessoas sonhariam que ele fosse. Afinal, como diz o autor, só quem nunca amou nunca perdeu.

É tão simples perceber a inutilidade das palavras quando “morte” tem apenas cinco letras e acaba com tudo.

Sem dúvida, um livro que todo mundo deveria dar um chance.

PROMETO PERDER

Autor: Pedro C. Freitas Nota: 10/10 Págs.: 308
Editora: Verus ISBN: ISBN-13: 9788576865810

Sinopse: A mais recente incursão do escritor português, que é sucesso na internet, por um universo poético e cheio de sensações, do qual leitor algum sairá o mesmo. Em uma viagem intimista e desconcertante, Pedro Chagas Freitas caminha, em Prometo perder, até o interior da emoção: da saudade ao desejo, da rebeldia à submissão, da dor ao amor, nada ficará por tocar. Permita-se sentir. (Skoob)

ACOMPANHE O HEY YSA NAS REDES SOCIAIS:

Facebook TwitterInstagram ▲ You Tube ▲ Pinterest ▲ Skoob

▁▁▁

Riverdale | YSA RECOMENDA

Uma verdade que ninguém pode negar é que temos uma boa quantidade de séries de suspense e investigação que seguem a mesma receita de bolo : temos um grupo de adolescentes, onde um deles morre, e a trama da série se passa toda em cima de quem é o assassino;  e enquanto as investigações são feitas, segredos obscuros da pequena cidade são descobertos, onde todos acabam descobrindo que o pequeno povoado não é tão perfeito quanto parece.

PLL e Scream são os melhores exemplos disso. Porém, o fato de seguir a mesma lógica não quer dizer que seja ruim. E uma prova disso é a nova série da CW, que está fazendo um mega sucesso.

Riverdale é baseada na série de HQs americana do Archie, que está sendo publicada a mais de 75 anos. A série, que conta com um clima de suspense do começo ao fim de cada episódio, irá apresentar o mistério do desaparecimento de um dos gêmeos Blossom.

Após um passeio de barco com sua irmã, Cheryl Blossom, o menino de ouro, Jason Blossom, desaparece. No desenrolar da trama, enquanto procuramos descobrir por que Jason desapareceu, conhecemos Archie, Veronica, Betty e Jughead, que irão formar o nosso grupinho principal da série – aquele que vai tentar descobrir o que realmente aconteceu com o gêmeo Blossom.

“Um novo ano escolar começa, a cidade de Riverdale está se recuperando da recente morte trágica do menino de ouro do ensino médio Jason Blossom – e nada parece o mesmo… Archie Andrews (KJ Apa) ainda é o típico adolescente americano, mas os eventos do verão o fazem perceber que ele que seguir uma carreira na música – e não os passos de seu pai – apesar do fim repentino de sua relação proibida com a jovem professora de música, Senhorita Grundy (Sarah Habel).

O que significa que Archie não tem ninguém para orientá-lo – certamente não a cantora Josie McCoy (Ashleigh Murray), que só está focada em sua banda, a em breve famosa Pussycats. Tudo pesando na mente de Archie – assim como a sua amizade fraturada com o colega de classe e escritor Jughead Jones (Cole Sprouse). Enquanto isso, a vizinha Betty Cooper (Lili Reinhart) está ansiosa para ver sua paixão, Archie, depois de estar longe durante todo o verão, todavia, ela não está completamente pronta para revelar seus verdadeiros sentimentos para ele. E os nervos de Betty – que dificilmente são suavizados por sua mãe dominadora Alice (Mädchen Amick) não são a única coisa a impedindo.

Quando a aluna nova, Veronica Lodge (Camila Mendes), chega à cidade de New York com sua mãe Hermione (Marisol Nichols), há uma faísca inegável entre ela e Archie, mesmo que Veronica não queira arriscar sua nova amizade com Betty se envolvendo com Archie. E depois há Cheryl Blossom (Madelaine Petsch)… A rainha de Riverdale está feliz para provocar problemas entre Archie, Betty e Veronica, mas Cheryl está guardando segredos. O que exatamente ela está escondendo sobra a misteriosa morte de seu irmão gêmeo, Jason? Riverdale pode parecer uma cidade tranquila, pacata, mas há perigos nas sombras…” – Riverdale Brasil

A série se destaca não só por ter uma excelente fotografia, mas também por alguns detalhes da trama. Com o passar dos episódios, começamos a ver que tudo está interligado. Toda linha que a série segue está sendo fechada muito bem, faltando poucas pontas soltas para serem amarradas.

A série consegue criar muito bem o clima de suspense e mistério que ela propôs. No começo, parece que o mistério a ser resolvido é muito simples – o que aconteceu com Jason – porém, com o passar da história, somos apresentados a novos mistérios e como a situação é bem pior do que parece. Isso dá a série um peso muito bom.

A única questão que me deixa um pouco preocupada é o enfoque que muitas vezes é dado ao relacionamento entre Archie, Betty e Veronica. Em alguns momentos, isso consegue ser trabalhado de forma equilibrada na série – como um detalhe a mais para a história. O problema começa quando isso se torna o ponto principal de tudo. Nos primeiros episódios, principalmente, vemos um foco muito grande nos relacionamentos do Archie, algo que não acrescenta muito a todo o mistério criado até o momento. Enfim… Vamos torcer para que não se torne apenas uma série que mostra os conflitos de uma paixão adolescente.

Bem… Falando de forma geral, a série é muito boa, e surpreende pela qualidade. Eu deixo a minha recomendação aqui.

E se você acabou se interessando em assistir, ela está passando toda segunda, as 21:40 h na Warner Channel.

OBS: Imagens pertencem a Warner Channel.

ACOMPANHE O HEY YSA NAS REDES SOCIAIS:

Facebook TwitterInstagram ▲ You Tube ▲ Pinterest ▲ Skoob

▁▁▁

Save me, little brother (Sherlock s04x02 – The Final Problem) | SÉRIES

Vamos a pergunta que alguns estão fazendo : foi realmente genial?

Eu digo que sim. Foi genial.

ALERTA : SPOILERS ! 

Domingo foi ao ar na BBC o último episodio da 4° temporada (e talvez da série) de Sherlock. E, devido a grande expectativa que foi criada em cima desse episódio, muitos fãs estão dizendo que o episódio foi uma grande decepção.

Claro, opiniões divergem e ninguém tem obrigação de gostar de nada. Porém, eu vou comentar alguns pontos e momentos do episódio aqui, que fizeram dele, pra mim, um dos melhores episódios de Sherlock.

REVELAÇÕES DE UM PASSADO ESQUECIDO

Fomos apresentados no segundo episódio a irmã de Sherlock Holmes : Euros. Como a informação havia sido apenas jogada pra gente, sem muitas explicações, milhões de teorias começaram a encher a internet sobre quem seria então Sherrinford, que Mycroft chama ao telefone. E… Descobrimos que, como alguns acabaram supondo, Sherrinford se referia ao local onde Euros estava presa.

Descobrimos também por que o Sherlock não lembrava dela, e que dos três irmãos, ela é a que nasceu mais “maluquinha da Silva“. Diferente dos dois irmãos, que nasceram apenas com o “negócio da dedução“, como diria John Watson, a querida irmã caçula nasceu com essa inteligência um pouco extrapolada, ou seja, a menina nasceu uma psicopata.

 :

POR QUE GENIAL?

Apresentados ao novo problema de Sherlock Holmes, posso dizer que o que tornou esse episódio um dos melhores foi o fato dele mexer com emoções e sentimentos, algo que o detetive não sabe lidar muito bem. Poucas vezes vimos Holmes sofrendo por algum caso, e nesse episódio conseguimos ver o desespero dele.

Esse é o problema. Muita gente vê o detetive como um super-herói que nunca será derrotado, ou que nunca vai achar um vilão tão grande quanto ele que o fará sofrer para conseguir ganhar a luta. O Sherlly sempre esteve acima dos seus vilões, e podemos dizer que só tivemos dois que deram um trabalho a mais pra ele : Moriarty e Irene.

Sherlock foi confrontado com um jogo mental, e foi esse o problema : a guerra foi mental, e não física.

Vemos Sherlock entrando em um jogo mental com a pequena irmã, que o vão destruindo cada vez mais. E é nesse ponto que nosso querido, amado por muitos, Moriarty ressurgi das trevas. É interessante como alguns personagens parecem perturbar mais quando na verdade, não estão ali. Eu realmente gostei do artificio que eles usaram para “reviver” ele na série. Dessa vez tivemos uma explicação para aparição de alguém antes dado como morto.

Todo o clima criado no episódio consegue vai envolvendo você, e deixando você desesperado junto com o detetive. Euros é sem dúvidas o maior pesadelo que Sherlock poderia ter. É o tipo de vilã que vemos ser capaz de tirar a vida de qualquer um só a qualquer momento, sem motivo algum.

O AVIÃO ESTÁ CAINDO

Talvez o que tenha me conquistado tanto foi todo o jogo mental que ela criou. Chegou um momento em que Sherlock tinha que salvar a pequena garota do avião e John, que estava preso no fundo do poço. Esse jogo se torna genial quando vemos que tudo é uma ligação ao que ela passava na infância. Não ter a atenção de Sherlock, fez com que ela tirasse a vida de seu melhor amigo. O tempo passou, e Sherlock teria que salva-la e leva-la pra casa, se quisesse salvar seu melhor amigo dessa vez.

E ele o salvou.

 :

Talvez tenha sido isso que me deixou com o vontade chorar quando episódio acabou. Foi ver que no fim das contas eles estavam bem. Não fisicamente, mas a relação. A sensação que eu tenho é que tudo que aconteceu entre o Sherlock e o Watson nesse temporada só serviu pra criar um laço ainda maior.

Eles são um família.

obs: as fotos desse post pertencem a BBC.

ACOMPANHE O HEY YSA NAS REDES SOCIAIS:

Facebook TwitterInstagram ▲ You Tube ▲ Pinterest ▲ Skoob

divisor

 

It’s not a game anymore! (Sherlock s04x02 – The Lying Detective) | SÉRIES

Eu definitivamente não tenho mais emocional para assistir Sherlock.

OBS: Diferente do post sobre o primeiro episódio da 4 temporada, nesse post eu vou falar mais sobre os pontos altos do episódio e algumas teorias que surgiram com respeito a ele. 

Como não amar esses seres, meu Deus?!

ALERTA : SPOILERS ! 

Sabe quando você assisti alguma coisa e fala “Ok, ele me surpreendeu”? Essa foi minha reação com o primeiro episódio dessa temporada : mais dark, pesado, com mortes que não esperávamos, dentre outras revelações. Porém, eu fui surpreendida, de uma forma que não poderia imaginar, com The Lying Detective, o segundo episódio da temporada.

Desde que assisti ao primeiro episódio, a única coisa que ficava na minha cabeça era como ficaria a relação entre Sherlock e Watson após o ocorrido. E por mais que as coisas ainda estejam estranhas, eu senti que o que aconteceu só fortaleceu a relação que eles tinham. Nós podemos ver o quanto o John é importante pro Sherlock, e o mesmo acontece do outro lado :  Sherlock não pode viver sem John Watson.

VÁ PARA O INFERNO, SHERLOCK… E SALVE JOHN WATSON!

Enfim, deixando a relação dos amiguinhos de lado, nesse episódio algumas coisas foram reveladas. Por exemplo, fiquei um pouco confusa no primeiro episódio, após ver o discurso da Mary de “Save John Watson” acabar com um “Vá para o inferno, Sherlock Holmes!“. Bem, recebemos uma explicação para isso. Pela primeira vez, assistindo Sherlock, eu gostei da Mary. O irônico disso tudo é que na verdade não era ela, e só a mente do John sendo trollada pelos próprios pesamentos. Enfim, o que acontece é que nosso querido detetive deverá ir até o fundo do poço, quase morrer, ir ao inferno, para conseguir o John de volta. Para salva-lo, ele deverá deixar que o John o salve. E posso dizer que : a cena toda é fantástica!

UM QUARTO VENTO? POR QUE PARAR EM TRÊS?!

Outro ponto também explicado (não totalmente, mas foi exposto, pelo menos), é a aparição do possível irmão secreto de Sherlock e Mycroft. Urh… IRMÃ, devo dizer. Pra quem não percebeu de cara que a moça do ônibus era também a falsa Faith Culverton, e também a terapeuta do John, foi sem sombra de dúvidas um plot twits gigantesco quando ela revelou ser também a irmã secreta de Sherlock Holmes, chamada de Euros. O fato de ser uma irmã e não um irmão, e diferente dos livros, seu nome ser Euros e não Sherrinford, nos dá vazão para imaginar muitas coisas, como por exemplo, quem seria o Sherrinford que Mycroft chama no telefone? Poderia ser esse um segundo nome de Euros?

Algo que perturbou minha cabeça com respeito a essa personagem é quando ela fala sobre o bendito vento que sopra do leste. Juntando isso ao fato de Sherlock falar sobre a mania das pessoas de sempre pararem de procurar depois do três, por que não poderia haver um quarto irmão? São quatro ventos, quatro nomes : Sherlock, Mycroft, Euros e Sherrinford. Vai… não é uma teoria tão louca assim!

MR. HUDSON : EU TE AMO! 

Gostaria de separar um pedacinho desse post para a mulher que merece todo o amor do mundo : Mr. Hudson. A senhora que sempre ficava meio de lado, e era mais a tia que fazia café e chá pra dupla dinâmica, se mostrou uma ótima detetive, e depois de mostrar que entende nosso querido detetive melhor que o próprio irmão, colocou uma cambada de homem toda pra fora da casa, e ainda xingou o Mycroft. Gente… Quem é essa Mr. Hudson que eu não conhecia?

ACHO QUE TEM UM POUCO DE OLHO NAS MINHAS LÁGRIMAS

Para ir concluindo os tópicos, gostaria apenas de ressaltar um dos momentos mais lindos e emocionantes do episódio ( e dá série, devo dizer). Nós vimos um lado mais humano do Sherlock e a confissão do John. Foram muitos sentimentos para um momento só, e devo dizer que nunca chorei tanto assistindo Sherlock, como chorei hoje.

CONCLUSÕES

O que eu citei aqui foi apenas a ponta do iceberg gigantesco de teorias que existem por ai, e não contei nem metade do que aconteceu no episódio. Tentei focar mais nos pontos que eu gostei, e não tanto na trama como um todo. Ainda existem muitas perguntas a serem respondidas, e eu acho que a maior é : qual é a relação entre Euros e Moriarty? Afinal, vimos um ‘Miss Me?’ naquele papel, em !?!

Semana que vem vai ao ar na BBC o último episódio da temporada, e eu já estou sentindo o cheiro do hiatus novamente. Vamos fazer uma cartinha pros Tios Mark Gatiss e Steven Moffat, pedindo uma temporada maior, o que você acham? haha’

obs: as fotos desse post pertencem a BBC.

ACOMPANHE O HEY YSA NAS REDES SOCIAIS:

Facebook TwitterInstagram ▲ You Tube ▲ Pinterest ▲ Skoob

divisor

The game is on! (Sherlock s04x01 – The Six Thatchers) | SÉRIES

Não sei o que dizer, apenas sentir.

Depois de três anos esperando por uma nova temporada, já que entre a terceira temporada (2014) e a quarta (2017) só tivemos um episódio especial de Natal, enfim chegou o dia em que os Sherlockians do mundo inteiro iriam parar com o sofrimento do hiatus eterno e sentar na frente de seus computadores e televisões para ver o detetive mais amado desse mundão : Sherlock Holmes. E depois de três anos, nada mais justo do que chegar chegando.

ALERTA : SPOILERS ! 

O primeiro episódio da 4 temporada já chegou cheio de traições, mentiras, crimes e tragedias. Algo que eu esperava a muito tempo acabou acontecendo logo no primeiro episódio da quarta temporada, mas eu vou comentar isso um pouco mais abaixo.

O episódio começou um pouco mais dark do que nós estamos acostumados. Durante todo o desenrolar da história ouvimos várias vezes uma fábula ser citada por Sherlock e outros dois personagens. O nome da fábula é Appointment in Samarra, e ela torna-se uma versão fictícia de tudo que está acontecendo no mundo real, o que acaba deixando o telespectador muito curioso : quem desempenhará cada papel e o final na vida real será o mesmo da fábula?

Após nos apresentar o clima que rodeará a nova temporada, podemos ver Sherlock, John e Mary trabalhando juntos. Um caso vai, outro vem, e você começa pensar se a série seguirá o mesmo ritmo e lógica das outras temporadas : pessoas aparecem com crimes, e o Sherlock os resolve em um piscar de olhos. Dai você se pergunta : o que aconteceu com o “Miss me?” e todo o clima pesado envolvendo o passado da Mary?

Bem, é evidente que Moriarty não deixou o Sherlock. Sempre houve uma dúvida se ele voltaria fisicamente ou de uma outra forma, mas o que realmente importa é que ele sempre está na cabeça do Mr.Holmes, e o persegue em todos os casos. Não há inimigo pior do que aquele que está preso dentro de nós. Sendo assim, enquanto ele resolve um caso envolvendo um jovem garoto que pretendia fazer uma surpresa ao seu pai, Holmes encontra uma outra cópia do pen drive que continha todas as informações sobre o passado de Mary, que havia sido destruído por John no último episódio da terceira temporada. Sim… foi nesse momento que eu dei um pulo de alegria e disse “É AGORA! VOCÊ NÃO ESCAPA!” Porém, diferente do que eu pensei, essa temporada trouxe um Sherlock mais humano, e vendo a vida de Mary em perigo, nosso querido detetive diz ter feito uma promessa – proteger Mary,John e sua pequena filhinha – e que ele fará de tudo para cumprir tal promessa. Não… melhor : ele fala, sem dúvida alguma, que irá proteger Mary. E foi aí que o problema apareceu.

Com o desenrolar do episódio, vemos a verdade sendo revelada e para a minha surpresa, não… a Mary não era a traidora da vez. Enquanto descobrimos que Mary não traiu a A.G.R.A, temos uma revelação chocante : nosso querido, amado, mister nice guy, John Watson, estava tendo um caso. Não vemos nenhuma cena onde nos é apresentado nitidamente que ele traiu a Mary, apenas troca de olhares e mensagens com uma jovem moça que ele conheceu em um ônibus. Porém, as cenas em que ele troca mensagens de texto e diz estar rodeado de mentiras, são suficientes para chegarmos a conclusão que ele realmente traiu a Mary. Não vou mentir que isso realmente me deixou chateada, já que desde que a Mary apareceu nessa série eu defendo o John e meto a malha na Mary. Mas enfim… voltemos a trama.

Após essa revelação bombástica, o episódio caminha para o seu ápice. O momento em que Mary paga sua dívida com Sherlock. Quando descobrimos a verdadeira traidora da A.G.R.A, a vida de Sherlock é colocada em jogo, quando a “vilã” do episódio aponta uma arma para o detetive e acaba atirando. Para salvar a vida do amigo, Mary se joga na frente de Sherlock, levando a bala em cheio. Os minutos seguintes são agoniantes : vemos Mary agonizando, pedindo para que John cuide de sua filha, dizendo que ele foi a melhor coisa que aconteceu na vida dela, e a cada frase, a situação vai ficando pior. Ele traiu ela, ela morreu. Como se a situação já não estivesse ruim o suficiente, a promessa vem a tona : Sherlock prometeu protege-la.

Eu já esperava a morte da Mary, já que nos livros sempre houve essa dúvida se ela havia morrido mesmo ou não, mesmo que todas as provas indiquem que sim. O que me tirou lágrimas no episódio não foi a morte dela, já que nunca fui fã da personagem, mas sim o que a morte dela trouxe. Como Steven Moffat falou em entrevista para o EW : A realidade é que Sherlock Holmes sempre será uma história sobre Sherlock e Dr. Watson. Eles foram divertidos como um trio, mas não funciona a longo prazo. […] Há um grande vilão a enfrentar, mas o centro da história será as consequências da morte de Mary e a culpa de Sherlock. Ele poderia ter feito melhor e foi esse estilo de vida que a matou. A situação poderia ter terminado de forma diferente se Sherlock não continuasse demonstrando suas habilidades naquele momento. Obviamente, não é culpa dele. Mary tentou salvar sua vida. Mas o fato de Sherlock não conseguir se controlar e isso foi o que culminou naquele tiro, adiciona uma nova camada. Vamos continuar o luto de uma forma adequada, vamos ter esta briga entre eles e será real, nunca irá embora completamente, pois você sempre pensa nisso, não importa quão imperecível seja esta amizade(AdoroCinema)

Isso me deixou bem chateada, já que sou fã de carteirinha dessa dupla. Minhas esperanças são de que a temporada acabe com eles bem, porém, duvido muito que isso acontece.

Agora, falando um pouco sobre o episódio como um todo. Eu realmente gostei, apesar de terminar de uma forma que me deixou bem chateada. Existem muitos mistérios que ainda serão esclarecidos (espero), como uma das cenas finais onde vemos Mycroft ligando para Sherrinford. Enfim, depois de três anos sem Sherlock, foi muita informação para um episódio só e eu ainda estou tentando me recuperar. Sendo assim, eu só tenho uma coisa dizer : The game is on!

ACOMPANHE O HEY YSA NAS REDES SOCIAIS:

Facebook TwitterInstagram ▲ You Tube ▲ Pinterest ▲ Skoob

divisor

[YSA RECOMENDA] Março / 2016

Heyyy!!

Olha só mais um Ysa Recomenda pra vocês! 😀 Este mês tem Guerra Civil, Batman vs Superman, Demolidor, Bates Motel e Tudo e Todas as Coisas! 😀 Da só uma olhada!

GUERRA CIVIL SEM SPOILER 
TUDO E TODAS AS COISAS
REVIEW DE BATES MOTEL EP 1 
REVIEW DE BATES MOTEL EP 2 
REVIEW DE BATES MOTEL EP 3 

E ai, gostaram das recomendações? 😀

Acompanhe o Blog nas redes sociais:

Facebook  Twitter ✽ Tumblr  ✽ Pinterest ✽ Skoob