Riverdale | YSA RECOMENDA

Uma verdade que ninguém pode negar é que temos uma boa quantidade de séries de suspense e investigação que seguem a mesma receita de bolo : temos um grupo de adolescentes, onde um deles morre, e a trama da série se passa toda em cima de quem é o assassino;  e enquanto as investigações são feitas, segredos obscuros da pequena cidade são descobertos, onde todos acabam descobrindo que o pequeno povoado não é tão perfeito quanto parece.

PLL e Scream são os melhores exemplos disso. Porém, o fato de seguir a mesma lógica não quer dizer que seja ruim. E uma prova disso é a nova série da CW, que está fazendo um mega sucesso.

Riverdale é baseada na série de HQs americana do Archie, que está sendo publicada a mais de 75 anos. A série, que conta com um clima de suspense do começo ao fim de cada episódio, irá apresentar o mistério do desaparecimento de um dos gêmeos Blossom.

Após um passeio de barco com sua irmã, Cheryl Blossom, o menino de ouro, Jason Blossom, desaparece. No desenrolar da trama, enquanto procuramos descobrir por que Jason desapareceu, conhecemos Archie, Veronica, Betty e Jughead, que irão formar o nosso grupinho principal da série – aquele que vai tentar descobrir o que realmente aconteceu com o gêmeo Blossom.

“Um novo ano escolar começa, a cidade de Riverdale está se recuperando da recente morte trágica do menino de ouro do ensino médio Jason Blossom – e nada parece o mesmo… Archie Andrews (KJ Apa) ainda é o típico adolescente americano, mas os eventos do verão o fazem perceber que ele que seguir uma carreira na música – e não os passos de seu pai – apesar do fim repentino de sua relação proibida com a jovem professora de música, Senhorita Grundy (Sarah Habel).

O que significa que Archie não tem ninguém para orientá-lo – certamente não a cantora Josie McCoy (Ashleigh Murray), que só está focada em sua banda, a em breve famosa Pussycats. Tudo pesando na mente de Archie – assim como a sua amizade fraturada com o colega de classe e escritor Jughead Jones (Cole Sprouse). Enquanto isso, a vizinha Betty Cooper (Lili Reinhart) está ansiosa para ver sua paixão, Archie, depois de estar longe durante todo o verão, todavia, ela não está completamente pronta para revelar seus verdadeiros sentimentos para ele. E os nervos de Betty – que dificilmente são suavizados por sua mãe dominadora Alice (Mädchen Amick) não são a única coisa a impedindo.

Quando a aluna nova, Veronica Lodge (Camila Mendes), chega à cidade de New York com sua mãe Hermione (Marisol Nichols), há uma faísca inegável entre ela e Archie, mesmo que Veronica não queira arriscar sua nova amizade com Betty se envolvendo com Archie. E depois há Cheryl Blossom (Madelaine Petsch)… A rainha de Riverdale está feliz para provocar problemas entre Archie, Betty e Veronica, mas Cheryl está guardando segredos. O que exatamente ela está escondendo sobra a misteriosa morte de seu irmão gêmeo, Jason? Riverdale pode parecer uma cidade tranquila, pacata, mas há perigos nas sombras…” – Riverdale Brasil

A série se destaca não só por ter uma excelente fotografia, mas também por alguns detalhes da trama. Com o passar dos episódios, começamos a ver que tudo está interligado. Toda linha que a série segue está sendo fechada muito bem, faltando poucas pontas soltas para serem amarradas.

A série consegue criar muito bem o clima de suspense e mistério que ela propôs. No começo, parece que o mistério a ser resolvido é muito simples – o que aconteceu com Jason – porém, com o passar da história, somos apresentados a novos mistérios e como a situação é bem pior do que parece. Isso dá a série um peso muito bom.

A única questão que me deixa um pouco preocupada é o enfoque que muitas vezes é dado ao relacionamento entre Archie, Betty e Veronica. Em alguns momentos, isso consegue ser trabalhado de forma equilibrada na série – como um detalhe a mais para a história. O problema começa quando isso se torna o ponto principal de tudo. Nos primeiros episódios, principalmente, vemos um foco muito grande nos relacionamentos do Archie, algo que não acrescenta muito a todo o mistério criado até o momento. Enfim… Vamos torcer para que não se torne apenas uma série que mostra os conflitos de uma paixão adolescente.

Bem… Falando de forma geral, a série é muito boa, e surpreende pela qualidade. Eu deixo a minha recomendação aqui.

E se você acabou se interessando em assistir, ela está passando toda segunda, as 21:40 h na Warner Channel.

OBS: Imagens pertencem a Warner Channel.

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13 Reasons Why – A adaptação que completou a história original | LIVRO X SÉRIE

Eu sei, eu sei! Já é a terceira vez que falo sobre Os 13 Porquês nesse blog nas últimas duas semanas. Eu prometo que esse será o último post! 😀

Quando comecei a assistir a série, a ideia de escrever um post falando das diferenças entre livro e adaptação não saia da minha cabeça. Eu gostaria de falar como, pra mim, a série meio que conseguiu completar a história do livro.  Daí, para ajudar, um amigo meu me pediu para fazer exatamente isso. Então… aqui estou eu!

Ah… E antes de qualquer coisa, gostaria de dizer que, eu sei que normalmente sou a chata que prefere o livro e fala “Não tinha isso” “Eles criaram isso“, mas existem algumas produções que conseguem fazer isso muito bem, e essa produção é um exemplo disso. Então sim : eu AMEI a adaptação.

OBS: VOCÊ ESTÁ ENTRANDO EM UMA ZONA DE SPOILER. LEIA POR SUA CONTA E RISCO. (Spoilers tanto do livro como da série)
  • O Clay não é tão lerdo no livro. Na série, devido ao background criado para a história, o pequeno Clay leva horas e horas de uma fita para a outra, quando no livro, ele ouve tudo em praticamente um noite.
  • No livro, a história se resume muito a relação Hannah/ Clay. Falei um pouco sobre isso na resenha que escrevi sobre ele. Quase não vemos os outros personagens – tirando o Tonny, que é meio que o Guardião das fitas. Por isso, esse efeito colateral, se assim podemos chamar, da decisão da Hannah sobre outros personagens – Justin, Jessica, Alex… – não é muito bem explanado no livro. Você se concentra muito no efeito que tudo está tendo sobre o Clay. Acho que foi nesse ponto que série ganhou meu coração. Foi muito interessante eles terem explorado o efeito de tudo que aconteceu nos outros personagens : como todos tentam calar a boca do Clay, como é pro Justin ter que contar sobre o caso de estupro para a Jessica, e assim por diante.

  • A relação entre a Hannah e o Clay, no livro, é muito… platônica, posso dizer. Temos a impressão de que ela sempre foi algo meio que inalcançável para ele, e ele tinha esse amor secreto por ela, sem nenhuma reciprocidade.  Ela era amiga dele e ponto. O único momento em que sentimos que algo pode rolar é quando eles se beijam na festa da Jéssica, mas até esse ponto tudo não passava de um amor secreto. Já na série, desde que os dois se conhecem, vemos que ela vai nutrindo aos poucos um sentimento por ele. É nesse ponto que vejo muito como, na série, ela é a única narradora, assim podemos conhecer bem o seu ponto de vista e sentimentos. Já no livro, o Clay acaba dividindo essa posição com ela.
  • No livro, quase não temos a participação dos pais da Hannah. Até certo ponto, podemos acreditar que eles não se importam nem um pouco com ela. Já na série, a relação é bem oposta. Por mais que, no fim das contas, elas acabaram meio que deixando os sinais passarem desapercebidos, eles amavam ela e se importavam com ela – uma relação que não é vista no livro.
  • O garoto morto no acidente causado por Sheri, no livro, é alguém desconhecido para Clay. No caso da série, o garoto morto acaba sendo um dos melhores amigos dele, o Jeff.
  • No livro, não temos nenhum sinal que Clay tivesse problemas psicológicos e precisasse de remédios. Já na série, o garoto já passou por tratamento e chega a ter visões em momento de muito stress. Além disso, a série aborda um lado mais rebelde do personagem – com sede de vingança pelo que aconteceu com Hannah. Ele chega a confrontar Bryce e gravar uma confissão do garoto, e nada disso acontece no livro.

  • Alex Standall não tenta suicídio.  Sim, o bebê de todo mundo que assiste essa série. O único que, mesmo fazendo besteira, eu não consegui odiar. Sim, nosso amado Alex não tenta suicídio no livro. Já na série, ele dá um tiro na própria cabeça e acaba em estado grave no hospital.

Além dessas diferenças maiores, temos algumas que podem ser consideradas apenas detalhes, como o fato de Sheri não receber esse nome no livro – seu nome é Jenny Kurtz. Além disso, a frase dita pelo grupo do Monet’s – formado por Hannah, Alex e Jessica – não é “FML” e sim “olly olly oxen free“, que foi traduzido para a edição brasileira como “Um, dois, três, podem sair da toca!“. E por fim, uma pequena mudança na ordem das fitas : no livro, Clay é o 9° e não o 11°. Por isso, a forma como acabamos sabendo dos fatos no livro, é totalmente cronológica, quando na série, os acontecimentos vem em um ordem reversa (os acontecimentos da festa da Jessica).

E aí? O que acharam dessas mudanças? Pessoalmente, acho que a série acabou completando o livro. Acho que por isso acabei gostando tanto. ❤

obs: As imagens desse post pertencem a Netflix.

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Save me, little brother (Sherlock s04x02 – The Final Problem) | SÉRIES

Vamos a pergunta que alguns estão fazendo : foi realmente genial?

Eu digo que sim. Foi genial.

ALERTA : SPOILERS ! 

Domingo foi ao ar na BBC o último episodio da 4° temporada (e talvez da série) de Sherlock. E, devido a grande expectativa que foi criada em cima desse episódio, muitos fãs estão dizendo que o episódio foi uma grande decepção.

Claro, opiniões divergem e ninguém tem obrigação de gostar de nada. Porém, eu vou comentar alguns pontos e momentos do episódio aqui, que fizeram dele, pra mim, um dos melhores episódios de Sherlock.

REVELAÇÕES DE UM PASSADO ESQUECIDO

Fomos apresentados no segundo episódio a irmã de Sherlock Holmes : Euros. Como a informação havia sido apenas jogada pra gente, sem muitas explicações, milhões de teorias começaram a encher a internet sobre quem seria então Sherrinford, que Mycroft chama ao telefone. E… Descobrimos que, como alguns acabaram supondo, Sherrinford se referia ao local onde Euros estava presa.

Descobrimos também por que o Sherlock não lembrava dela, e que dos três irmãos, ela é a que nasceu mais “maluquinha da Silva“. Diferente dos dois irmãos, que nasceram apenas com o “negócio da dedução“, como diria John Watson, a querida irmã caçula nasceu com essa inteligência um pouco extrapolada, ou seja, a menina nasceu uma psicopata.

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POR QUE GENIAL?

Apresentados ao novo problema de Sherlock Holmes, posso dizer que o que tornou esse episódio um dos melhores foi o fato dele mexer com emoções e sentimentos, algo que o detetive não sabe lidar muito bem. Poucas vezes vimos Holmes sofrendo por algum caso, e nesse episódio conseguimos ver o desespero dele.

Esse é o problema. Muita gente vê o detetive como um super-herói que nunca será derrotado, ou que nunca vai achar um vilão tão grande quanto ele que o fará sofrer para conseguir ganhar a luta. O Sherlly sempre esteve acima dos seus vilões, e podemos dizer que só tivemos dois que deram um trabalho a mais pra ele : Moriarty e Irene.

Sherlock foi confrontado com um jogo mental, e foi esse o problema : a guerra foi mental, e não física.

Vemos Sherlock entrando em um jogo mental com a pequena irmã, que o vão destruindo cada vez mais. E é nesse ponto que nosso querido, amado por muitos, Moriarty ressurgi das trevas. É interessante como alguns personagens parecem perturbar mais quando na verdade, não estão ali. Eu realmente gostei do artificio que eles usaram para “reviver” ele na série. Dessa vez tivemos uma explicação para aparição de alguém antes dado como morto.

Todo o clima criado no episódio consegue vai envolvendo você, e deixando você desesperado junto com o detetive. Euros é sem dúvidas o maior pesadelo que Sherlock poderia ter. É o tipo de vilã que vemos ser capaz de tirar a vida de qualquer um só a qualquer momento, sem motivo algum.

O AVIÃO ESTÁ CAINDO

Talvez o que tenha me conquistado tanto foi todo o jogo mental que ela criou. Chegou um momento em que Sherlock tinha que salvar a pequena garota do avião e John, que estava preso no fundo do poço. Esse jogo se torna genial quando vemos que tudo é uma ligação ao que ela passava na infância. Não ter a atenção de Sherlock, fez com que ela tirasse a vida de seu melhor amigo. O tempo passou, e Sherlock teria que salva-la e leva-la pra casa, se quisesse salvar seu melhor amigo dessa vez.

E ele o salvou.

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Talvez tenha sido isso que me deixou com o vontade chorar quando episódio acabou. Foi ver que no fim das contas eles estavam bem. Não fisicamente, mas a relação. A sensação que eu tenho é que tudo que aconteceu entre o Sherlock e o Watson nesse temporada só serviu pra criar um laço ainda maior.

Eles são um família.

obs: as fotos desse post pertencem a BBC.

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It’s not a game anymore! (Sherlock s04x02 – The Lying Detective) | SÉRIES

Eu definitivamente não tenho mais emocional para assistir Sherlock.

OBS: Diferente do post sobre o primeiro episódio da 4 temporada, nesse post eu vou falar mais sobre os pontos altos do episódio e algumas teorias que surgiram com respeito a ele. 

Como não amar esses seres, meu Deus?!

ALERTA : SPOILERS ! 

Sabe quando você assisti alguma coisa e fala “Ok, ele me surpreendeu”? Essa foi minha reação com o primeiro episódio dessa temporada : mais dark, pesado, com mortes que não esperávamos, dentre outras revelações. Porém, eu fui surpreendida, de uma forma que não poderia imaginar, com The Lying Detective, o segundo episódio da temporada.

Desde que assisti ao primeiro episódio, a única coisa que ficava na minha cabeça era como ficaria a relação entre Sherlock e Watson após o ocorrido. E por mais que as coisas ainda estejam estranhas, eu senti que o que aconteceu só fortaleceu a relação que eles tinham. Nós podemos ver o quanto o John é importante pro Sherlock, e o mesmo acontece do outro lado :  Sherlock não pode viver sem John Watson.

VÁ PARA O INFERNO, SHERLOCK… E SALVE JOHN WATSON!

Enfim, deixando a relação dos amiguinhos de lado, nesse episódio algumas coisas foram reveladas. Por exemplo, fiquei um pouco confusa no primeiro episódio, após ver o discurso da Mary de “Save John Watson” acabar com um “Vá para o inferno, Sherlock Holmes!“. Bem, recebemos uma explicação para isso. Pela primeira vez, assistindo Sherlock, eu gostei da Mary. O irônico disso tudo é que na verdade não era ela, e só a mente do John sendo trollada pelos próprios pesamentos. Enfim, o que acontece é que nosso querido detetive deverá ir até o fundo do poço, quase morrer, ir ao inferno, para conseguir o John de volta. Para salva-lo, ele deverá deixar que o John o salve. E posso dizer que : a cena toda é fantástica!

UM QUARTO VENTO? POR QUE PARAR EM TRÊS?!

Outro ponto também explicado (não totalmente, mas foi exposto, pelo menos), é a aparição do possível irmão secreto de Sherlock e Mycroft. Urh… IRMÃ, devo dizer. Pra quem não percebeu de cara que a moça do ônibus era também a falsa Faith Culverton, e também a terapeuta do John, foi sem sombra de dúvidas um plot twits gigantesco quando ela revelou ser também a irmã secreta de Sherlock Holmes, chamada de Euros. O fato de ser uma irmã e não um irmão, e diferente dos livros, seu nome ser Euros e não Sherrinford, nos dá vazão para imaginar muitas coisas, como por exemplo, quem seria o Sherrinford que Mycroft chama no telefone? Poderia ser esse um segundo nome de Euros?

Algo que perturbou minha cabeça com respeito a essa personagem é quando ela fala sobre o bendito vento que sopra do leste. Juntando isso ao fato de Sherlock falar sobre a mania das pessoas de sempre pararem de procurar depois do três, por que não poderia haver um quarto irmão? São quatro ventos, quatro nomes : Sherlock, Mycroft, Euros e Sherrinford. Vai… não é uma teoria tão louca assim!

MR. HUDSON : EU TE AMO! 

Gostaria de separar um pedacinho desse post para a mulher que merece todo o amor do mundo : Mr. Hudson. A senhora que sempre ficava meio de lado, e era mais a tia que fazia café e chá pra dupla dinâmica, se mostrou uma ótima detetive, e depois de mostrar que entende nosso querido detetive melhor que o próprio irmão, colocou uma cambada de homem toda pra fora da casa, e ainda xingou o Mycroft. Gente… Quem é essa Mr. Hudson que eu não conhecia?

ACHO QUE TEM UM POUCO DE OLHO NAS MINHAS LÁGRIMAS

Para ir concluindo os tópicos, gostaria apenas de ressaltar um dos momentos mais lindos e emocionantes do episódio ( e dá série, devo dizer). Nós vimos um lado mais humano do Sherlock e a confissão do John. Foram muitos sentimentos para um momento só, e devo dizer que nunca chorei tanto assistindo Sherlock, como chorei hoje.

CONCLUSÕES

O que eu citei aqui foi apenas a ponta do iceberg gigantesco de teorias que existem por ai, e não contei nem metade do que aconteceu no episódio. Tentei focar mais nos pontos que eu gostei, e não tanto na trama como um todo. Ainda existem muitas perguntas a serem respondidas, e eu acho que a maior é : qual é a relação entre Euros e Moriarty? Afinal, vimos um ‘Miss Me?’ naquele papel, em !?!

Semana que vem vai ao ar na BBC o último episódio da temporada, e eu já estou sentindo o cheiro do hiatus novamente. Vamos fazer uma cartinha pros Tios Mark Gatiss e Steven Moffat, pedindo uma temporada maior, o que você acham? haha’

obs: as fotos desse post pertencem a BBC.

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The game is on! (Sherlock s04x01 – The Six Thatchers) | SÉRIES

Não sei o que dizer, apenas sentir.

Depois de três anos esperando por uma nova temporada, já que entre a terceira temporada (2014) e a quarta (2017) só tivemos um episódio especial de Natal, enfim chegou o dia em que os Sherlockians do mundo inteiro iriam parar com o sofrimento do hiatus eterno e sentar na frente de seus computadores e televisões para ver o detetive mais amado desse mundão : Sherlock Holmes. E depois de três anos, nada mais justo do que chegar chegando.

ALERTA : SPOILERS ! 

O primeiro episódio da 4 temporada já chegou cheio de traições, mentiras, crimes e tragedias. Algo que eu esperava a muito tempo acabou acontecendo logo no primeiro episódio da quarta temporada, mas eu vou comentar isso um pouco mais abaixo.

O episódio começou um pouco mais dark do que nós estamos acostumados. Durante todo o desenrolar da história ouvimos várias vezes uma fábula ser citada por Sherlock e outros dois personagens. O nome da fábula é Appointment in Samarra, e ela torna-se uma versão fictícia de tudo que está acontecendo no mundo real, o que acaba deixando o telespectador muito curioso : quem desempenhará cada papel e o final na vida real será o mesmo da fábula?

Após nos apresentar o clima que rodeará a nova temporada, podemos ver Sherlock, John e Mary trabalhando juntos. Um caso vai, outro vem, e você começa pensar se a série seguirá o mesmo ritmo e lógica das outras temporadas : pessoas aparecem com crimes, e o Sherlock os resolve em um piscar de olhos. Dai você se pergunta : o que aconteceu com o “Miss me?” e todo o clima pesado envolvendo o passado da Mary?

Bem, é evidente que Moriarty não deixou o Sherlock. Sempre houve uma dúvida se ele voltaria fisicamente ou de uma outra forma, mas o que realmente importa é que ele sempre está na cabeça do Mr.Holmes, e o persegue em todos os casos. Não há inimigo pior do que aquele que está preso dentro de nós. Sendo assim, enquanto ele resolve um caso envolvendo um jovem garoto que pretendia fazer uma surpresa ao seu pai, Holmes encontra uma outra cópia do pen drive que continha todas as informações sobre o passado de Mary, que havia sido destruído por John no último episódio da terceira temporada. Sim… foi nesse momento que eu dei um pulo de alegria e disse “É AGORA! VOCÊ NÃO ESCAPA!” Porém, diferente do que eu pensei, essa temporada trouxe um Sherlock mais humano, e vendo a vida de Mary em perigo, nosso querido detetive diz ter feito uma promessa – proteger Mary,John e sua pequena filhinha – e que ele fará de tudo para cumprir tal promessa. Não… melhor : ele fala, sem dúvida alguma, que irá proteger Mary. E foi aí que o problema apareceu.

Com o desenrolar do episódio, vemos a verdade sendo revelada e para a minha surpresa, não… a Mary não era a traidora da vez. Enquanto descobrimos que Mary não traiu a A.G.R.A, temos uma revelação chocante : nosso querido, amado, mister nice guy, John Watson, estava tendo um caso. Não vemos nenhuma cena onde nos é apresentado nitidamente que ele traiu a Mary, apenas troca de olhares e mensagens com uma jovem moça que ele conheceu em um ônibus. Porém, as cenas em que ele troca mensagens de texto e diz estar rodeado de mentiras, são suficientes para chegarmos a conclusão que ele realmente traiu a Mary. Não vou mentir que isso realmente me deixou chateada, já que desde que a Mary apareceu nessa série eu defendo o John e meto a malha na Mary. Mas enfim… voltemos a trama.

Após essa revelação bombástica, o episódio caminha para o seu ápice. O momento em que Mary paga sua dívida com Sherlock. Quando descobrimos a verdadeira traidora da A.G.R.A, a vida de Sherlock é colocada em jogo, quando a “vilã” do episódio aponta uma arma para o detetive e acaba atirando. Para salvar a vida do amigo, Mary se joga na frente de Sherlock, levando a bala em cheio. Os minutos seguintes são agoniantes : vemos Mary agonizando, pedindo para que John cuide de sua filha, dizendo que ele foi a melhor coisa que aconteceu na vida dela, e a cada frase, a situação vai ficando pior. Ele traiu ela, ela morreu. Como se a situação já não estivesse ruim o suficiente, a promessa vem a tona : Sherlock prometeu protege-la.

Eu já esperava a morte da Mary, já que nos livros sempre houve essa dúvida se ela havia morrido mesmo ou não, mesmo que todas as provas indiquem que sim. O que me tirou lágrimas no episódio não foi a morte dela, já que nunca fui fã da personagem, mas sim o que a morte dela trouxe. Como Steven Moffat falou em entrevista para o EW : A realidade é que Sherlock Holmes sempre será uma história sobre Sherlock e Dr. Watson. Eles foram divertidos como um trio, mas não funciona a longo prazo. […] Há um grande vilão a enfrentar, mas o centro da história será as consequências da morte de Mary e a culpa de Sherlock. Ele poderia ter feito melhor e foi esse estilo de vida que a matou. A situação poderia ter terminado de forma diferente se Sherlock não continuasse demonstrando suas habilidades naquele momento. Obviamente, não é culpa dele. Mary tentou salvar sua vida. Mas o fato de Sherlock não conseguir se controlar e isso foi o que culminou naquele tiro, adiciona uma nova camada. Vamos continuar o luto de uma forma adequada, vamos ter esta briga entre eles e será real, nunca irá embora completamente, pois você sempre pensa nisso, não importa quão imperecível seja esta amizade(AdoroCinema)

Isso me deixou bem chateada, já que sou fã de carteirinha dessa dupla. Minhas esperanças são de que a temporada acabe com eles bem, porém, duvido muito que isso acontece.

Agora, falando um pouco sobre o episódio como um todo. Eu realmente gostei, apesar de terminar de uma forma que me deixou bem chateada. Existem muitos mistérios que ainda serão esclarecidos (espero), como uma das cenas finais onde vemos Mycroft ligando para Sherrinford. Enfim, depois de três anos sem Sherlock, foi muita informação para um episódio só e eu ainda estou tentando me recuperar. Sendo assim, eu só tenho uma coisa dizer : The game is on!

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[YSA RECOMENDA] Março / 2016

Heyyy!!

Olha só mais um Ysa Recomenda pra vocês! 😀 Este mês tem Guerra Civil, Batman vs Superman, Demolidor, Bates Motel e Tudo e Todas as Coisas! 😀 Da só uma olhada!

GUERRA CIVIL SEM SPOILER 
TUDO E TODAS AS COISAS
REVIEW DE BATES MOTEL EP 1 
REVIEW DE BATES MOTEL EP 2 
REVIEW DE BATES MOTEL EP 3 

E ai, gostaram das recomendações? 😀

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[ REVIEW ] BATES MOTEL S4E3 – Til Death Do You Part

Eu começo o review de hoje dizendo que estou oficialmente derrubada, morta e enterrada, depois desse episódio que acabou com os feelings de todos aqueles que pertencem ao fandom de Bates Motel.

OBS: ESSE POST CONTEM SPOILERS DO LIVRO PSICOSE E DA SÉRIE BATES MOTEL.

TIL DEATH DO YOU PART


Até o post passado, eu consegui fazer review sem dar spoiler, mas depois de tudo que acontece no episódio de ontem, é impossível fazer uma crítica ao episódio sem contar algumas novidades pra vocês. E não existe forma melhor de começar a fazer isso do que com esse vídeo que deixou as shippers de Normero pulando de alegria.

Sem sombra de dúvidas, o episódio de ontem foi escolhido pelos produtores para dar toda a dose de Normero que eles estão nos devendo desde a primeira temporada. Teve o primeiro beijo dos dois, casamento, muito abraço e Romero consolando a Norma. Mas fique tranquilo pequeno gafanhoto, se você está perdido e nesse momento se perguntando “Como assim eles casaram?????“, eu te explico.

Tudo começou no primeiro episódio dessa temporada, quando a Norma chegou a conclusão que o Norman precisava realmente de ajuda, e que o Romero seria a melhor pessoa para ajuda-la com isso. Antes que nós pudêssemos entender tudo isso, ela disse a Romero que eles deveriam casar, assim ela teria ele como um suporte. No começo ele disse não, e eu achei fantástico, por que mesmo torcendo pelos dois, ela deixava bem claro que estava fazendo isso pelo Norman e não pelo Romero. Mas o negócio é que todo mundo já sabe que o Romero tem um quedinha (ou um abismo) pela Norma, e no terceiro episódio dessa temporada tivemos a concretização da ideia inicial. Eles se casaram, e a mágica começou a acontecer. Romero começou a usar o casamento “fake” para se aproximar da Norma e dá todo o suporte que ela precisava, e o resultado foi um fim de episódio que deixou todo mundo de boca aberta.

Em paralelo com esse acontecimento que deixou os fãs pulando igual criança, temos o Norman internado em uma clínica, tendo acompanhamento de um médico. A questão é : o garoto está tomado pela doença e acredita cegamente que sua mãe matou todas aquelas pessoas e está tentando colocar a culpa nele. A ápice se deu quando Norman recebeu uma visita de sua mãe na clínica, e ele disse tudo que pensava : ele sabia que ela matava pessoas, e ela estava tentando incrimina-lo pelos assassinatos.

Além de tudo isso, ainda temos cenas bem pequenas de Dylan e Emma, que estão em uma relação mais pra lá do que pra cá, por tudo que está acontecendo. De um lado temos Dylan tentando descobrir como ajudar sua mãe com todo o problema com seu irmão, e do outro, temos Emma se recuperando da cirurgia que abriu novos horizontes pra ela. É evidente que existe uma ligação entre os dois, mas não acredito que teremos um casal oficialmente.

Acho que é isso que eu tenho pra falar. Ah… não posso esquecer que teve o aparecimento de uma nova personagem que aparentemente teve uma grande importância (sentimental) no passado do Romero, mas eu odeie tanto ela que não quero nem menciona-la aqui. Caso ela tenha uma importância maior do que só aparecer pra fazer raiva ao fandom, eu falo um pouco sobre essa personagem no próximo review.

Mas é isso gente…. muita emoção para uma noite só! Não vejo a hora de chegar segunda que vem, para ver como isso vai continuar! 😀

Caso você não tenha lido o review do S4E1, pode fazer isso clicando aqui. E do  review do S4E2, pode fazer isso clicando aqui.

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