Os 13 Porquês por Jay Asher | RESENHA

Em meados de 2013, vi em uma livraria uma capa com uma fita cassete estampada e com o título escrito de uma forma que parecia ter sido feito a mão. Eu queria o livro, mas acabei não comprando.  Desde esse dia, eu protelo para começar a ler Os 13 Porquês. Sem nenhum motivo aparente. Na verdade, muito me estranha, já que o tema me interessa muito.

Enfim… Quatro anos depois estou eu aqui, para dizer que enfim eu li Os 13 Porquês, e me arrependo muito de não ter feito isso antes.

FICHA TÉCNICA

Obra: Os Treze Porquês (Thirteen Reasons Why)

Autor: Jay Asher N° de páginas: 256
Editora: Ática ISBN: ISBN-13: 9788508126651

Sinopse: Ao voltar da escola, Clay Jensen encontra na porta de casa um misterioso pacote com seu nome. Dentro, ele descobre várias fitas cassetes. O garoto ouve as gravações e se dá conta de que elas foram feitas por Hannah Baker, uma colega de classe e antiga paquera, que cometeu suicídio duas semanas atrás. Nas fitas, Hannah explica que existem treze motivos que a levaram à decisão de se matar. Clay é um desses motivos. Agora ele precisa ouvir tudo até o fim para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento. (Fonte: Skoob.com.br)

SOBRE O LIVRO

“- Preciso que a coisa pare.

– O que precisa parar?

– Preciso que tudo pare. As pessoas. A vida.”

Imagine chegar em casa um dia, e ao abrir uma correspondência destinada a você, encontrar mensagens de uma garota que está morta? É isso que Clay e outras 11 pessoas irão passar.

Ao chegar da escola, Clay – nosso co-narrador personagem encontra uma caixa de sapatos com 7 fitas cassete. Ao dar o play na primeira fita, Clay ouve uma voz que tinha certeza que nunca mais ouviria de novo. As fitas cassete pertencem a Hannah Baker, e irão contar a verdade sobre sua morte.

A partir desse momento, Clay e todos aqueles que recebem a caixa se deparam com algumas regras que irão conduzir esse “jogo”:

  • Escute a história e passe para a pessoa seguinte. Se você for o treze… Bem, pode levar as fitas junto com você para o inferno, como diria Hannah;
  • Se por infortúnio você não quiser passar pra frente e tentar acabar com tudo, algo pior irá acontecer. A verdade virá a tona para todos, o que é muito pior.

O fato é : se você recebeu as fitas, está de alguma forma ligado a morte dela. Você é um dos 13 porquês.

“Vocês não sabem o que estava passando no resto da minha vida. Em casa. Nem mesmo na escola. Não sabem o que se passa na vida de ninguém, a não ser a de vocês. E quando estragam alguma parte da vida de uma pessoa, não estão estragando apenas aquela parte. Infelizmente, não dá para ser tão preciso ou seletivo. Quando você estraga uma parte da vida de alguém, você estraga a vida inteira da pessoa. Tudo… é afetado.

Um dos pontos interessantes é o fato do motivo da morte não ser apenas um motivo. Podemos, antes de ler o livro, ter a concepção errada de que bastou uma coisinha para ela tirar a própria vida. Mas, a forma como a história é contada através das fitas, nos dá a ideia da bola de neve: tudo começou com algo que poderia parecer inofensivo, mas que foi puxando outras coisas ao redor, se tornando um problema cada vez maior.

O que faz deste livro tão especial? Nós temos um assunto muito delicado sendo tratado em um livro para adolescentes, da forma mais envolvente e emocionante que alguém poderia fazer. Jay Asher conseguiu fazer com que as pessoas parassem e percebessem que, as vezes, nós acabamos sendo um dos porquês sem perceber. As vezes, até mesmo sem querer.

A história é contada por meio de Hannah – as fitas – e Clay. É esse aspecto que torna a história, em muitos momentos, agoniante. Você vê a verdade sendo contada para o Clay, mas não adianta mais. Não adianta que ele diga que odeia ela por ter tomado essa decisão. Não adianta ele dizer que estava sempre lá, por ela. Não adianta ele chorar por ela nunca ter contado o que estava acontecendo. Não adianta mais…

Além disso, o artifício de fazer com que as duas narrações estejam acontecendo no mesmo momento, não em capítulos diferentes, mas na mesma hora – em uma frase temos a Hannah falando e na seguinte já temos o pensamento do Clay daquele momento – faz com que nós consigamos sentir toda a agonia e sofrimento do personagem. Esse aspecto da narrativa realmente me ganhou.

Os 13 Porquês é um livro maravilhoso, que merece ser lido por todos. 

E se você conheceu a história por meio da série, dê uma chance ao livro. Você vai amar. As duas mídias são muito boas, mas eu acho que todo mundo que curtiu a história deveria ter a experiencia que o livro dá.

Por fim, lembre-se sempre disso: não seja um porque.

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Peter Pan por J. M. Barrie | RESENHA

FICHA TÉCNICA

Obra: Peter Pan

Autor: J. M. Barrie N° de páginas: 253
Editora: Zahar ISBN: ISBN-13: 9788537811535

Sinopse: Um dos mais populares clássicos infantis, Peter Pan é uma história que, como Alice no País das Maravilhas, une gerações, contagiando também adultos com sua energia, imaginação e um enredo que permite diversos níveis de interpretação. Essa tradução do texto integral da obra de J.M. Barrie transporta crianças e adultos para um mundo mágico, povoado pela família Darling e pelos habitantes da Terra do Nunca – Peter Pan, os meninos perdidos, Sininho, o Capitão Gancho e seus piratas… (Fonte: Zahar.com.br)

SOBRE O LIVRO

“Peter Pan é um garoto que não quer crescer, não quer se ‘tornar um homem’, porque correria o risco de ficar patético como os demais personagens masculinos da história, que são todos ridicularizados, desvalorizados, diminuídos. Gancho tem medo de sangue e se preocupa com os bons modos; Jorge Darling se preocupa com o que os vizinhos pensam dele, é um homem bobo, orgulhoso, inseguro.”

Se você é um amante dos filmes da Disney desde criança, sem dúvida conheceu essa história fascinante por meio das adaptações feitas pela empresa. Peter Pan, o menino que não queria crescer.

Se você nunca experimentou entrar nesse universo fantástico por outro meio que não o cinema, posso dizer com todas as letras que não vai se arrepender se der uma chance ao livro. Quando começamos a ler a obra de J. M. Barrie, somos transportados para a casa dos Darling, na Inglaterra. Inicialmente, somos apresentados ao Sr.Darling, um homem metódico, que está sempre preocupado com as finanças da família, e que se irrita muito facilmente – basta que o nó de sua gravata não esteja colaborando com ele. Logo, vemos o sua outra metade, completamente diferente dele : uma moça linda, encantadora, que todos dariam tudo para ganhar seu beijo. Cuidadosa e carinhosa, essa é a Sra. Darling. A junção dessas duas diferentes personalidades trouxe ao mundo três crianças maravilhosas: Wendy, João e Miguel. A família mais feliz da Inglaterra, tem como babá um cadela, a Naná – que é, sem sombra de dúvidas, a melhor babá que alguém poderia ter.

A narrativa não demora muito, até que sejamos apresentados a Peter Pan. O menino, que inicialmente, para a Sra. Darling, era apenas uma criação da cabeça das crianças, era um grande apreciador das histórias que a mãe de Wendy contava todas as noites para os filhos. Uma certa noite, em busca de saber o que aconteceu na história da Cinderela, Peter volta a casa dos Darling e  em uma tentativa de fugir rapidamente, acaba tendo sua sombra presa na janela.

O menino, que queria sua sombra de volta, retorna a casa dos Darling em uma noite em que Naná foi presa no quintal, e o Sr. e a Sra.Darling saíram para um festa. Ao entrar na casa, Peter acaba conhecendo Wendy, João e Miguel, e os levando para a Terra do Nunca. Daí pra frente, é uma aventura que espero que cada um de vocês dê uma chance para conhecer.

“Porque não somos mais alegres, inocentes e desalmados. Só quem é alegre, inocente e desalmado consegue voar.”

O que chama atenção no livro, e faz com que ele seja uma volta a infância, é não só a história, mas também a forma como ela é contada. A narrativa nos dá a sensação de está sendo feita por alguém que cresceu, mas não deixou de ser criança. Como assim? Quando somos apresentados ao beijo, ele não tem uma descrição completamente concreta : podendo ser um botão ou um dedal. Isso demonstra muito da inocência que as crianças tem.

Uma das partes mais mágicas é quando somos apresentados a Terra do Nunca, OPS…. As Terras do Nunca. Para o narrador, todos nós temos uma Terra do Nunca, que vamos quando estamos dormindo.

“É Claro que as Terras do nunca variam muito. A de João, por exemplo, tinha uma lagoa com flamingos voando em cima, nos quais ele atirava. Já a de Miguel, que era muito pequeno, tinha um flamingo com lagoas voando em cima.”

“De todas as ilhas deliciosas que existem, a Terra do Nunca é a mais aconchegante e compacta; não é grande e espalhada, sabe? Com aquelas distâncias chatas entre uma aventura e outra. É bem apertadinha. Quando você brinca nela durante o dia, usando cadeiras e a toalha de mesa, ela não é nem um pouco assustadora. Mas, nos dois minutos antes de você ir dormir, ela fica quase, quase real. É por isso que a gente sempre deixa uma luzinha acesa no quarto durante a noite.”

Outro aspecto que chama atenção, é o fato de todos os personagens serem muito bem trabalhados e construídos. Isso torna a história muito real para o leitor. Uma história de poucas páginas, mas que esconde um universo enorme e maravilhoso, descoberto quando abrimos o livro.

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Por onde começar a ler Sherlock Holmes?

Hey!

Olha só quem voltou, não é mesmo?

O afastamento do blog veio devido a uma mudança de casa, além da bendita greve, que atingiu os Institutos Federais, ano passado. Quando as aulas voltaram, todo mundo teve que correr pra conseguir fechar o ano letivo – sim, meu ano letivo de 2016 acabou agora.

Mas o importante é que estou de volta agora, e trazendo um vídeo muito legal sobre Sherlock Holmes. Nesse vídeo, eu dou pelo menos três ideias diferentes de como uma pessoa que nunca leu Sherlock Holmes, começar a ler.

Lista de livros na ordem cronológica :

  • Um estudo em vermelho (A Study in Scarlet) – publicado em 1887.
  • O signo dos quatro (The Sign of the Four) – publicado em 1890.
  • As Aventuras de Sherlock Holmes (The Adventures of Sherlock Holmes) – série de contos publicada em 1892
    • Um Escândalo na Boêmia (A Scandal in Bohemia) – publicado em Julho de 1891.
    • A Liga dos Cabeças-vermelhas (The Red-Headed League) – publicado em Agosto de 1891.
    • Um Caso de Identidade (A Case of Identity) – publicado em Setembro de 1891.
    • O Mistério do Vale Boscombe (The Boscombe Valley Mystery) – publicado em Outubro de 1891.
    • As Cinco Sementes de Laranja (The Five Orange Pips) – publicado em Novembro de 1891.
    • O Homem da Boca Torta (The Man with the Twisted Lip) – publicado em Dezembro de 1891.
    • O Carbúnculo Azul (The Adventure of the Blue Carbuncle) – publicado em  Janeiro de 1892.
    • A Banda Malhada (The Adventure of the Speckled Band) – publicado em  Fevereiro de 1892.
    • O Polegar do Engenheiro (The Adventure of the Engineer’s Thumb) – publicado em Março de 1892.
    • O Nobre Solteirão (The Adventure of the Noble Bachelor) – publicado em  Abril de 1892.
    • A Coroa de Berilos (The Adventure of the Beryl Coronet) – publicado em  Maio de 1892. .
    • As Faias Acobreadas (The Adventure of the Copper Beeches) – publicado em Junho de 1892.
  • As Memórias de Sherlock Holmes (The Memoirs of Sherlock Holmes) – série de contos publicada em 1894.
    • O Estrela de Prata (Silver Blaze) – publicado em Dezembro de 1892
    • A Caixa de Papelão (The Adventure of the Cardboard Box) – publicado em Janeiro de 1893
    • A Face Amarela (The Yellow Face) – publicado em Fevereiro de 1893
    • O Escriturário da Corretagem (The Adventure of the Stockbroker’s Clerk) – publicado em Março de 1893
    • A Tragédia do Gloria Scott (The “Gloria Scott”) – publicado em Abril de 1893
    • O Ritual Musgrave (The Musgrave Ritual) – publicado em Maio de 1893
    • O Enigma de Reigate (The Reigate Puzzle) – publicado em Junho de 1893
    • O Corcunda (The Crooked Man) – publicado em Julho de 1893
    • O Paciente Internado (The Resident Patient) – publicado em Agosto de 1893
    • O Intérprete Grego (The Greek Interpreter) – publicado em Setembro de 1893
    • O Tratado Naval (The Naval Treaty) – publicado entre Outubro e Novembro de 1893
    • O Problema Final (The Final Problem) – publicado em Dezembro de 1893.
  • O Cão dos Baskervilles (The Hound of the Baskervilles) – publicado entre 1902 e 1903.
  • O Retorno de Sherlock Holmes (The Return of Sherlock Holmes) – série de contos publicada em 1905.
    • A Casa Vazia (The Adventure of the Empty House) – publicado em Outubro de 1903
    • O Construtor de Norwood (The Adventure of the Norwood Builder) – publicado em Novembro de 1903
    • Os Dançarinos (The Adventure of the Dancing Men) – publicado em Dezembro de 1903
    • A Ciclista Solitária (The Adventure of the Solitary Cyclist) – publicado em Janeiro de 1904
    • A Escola do Priorado (The Adventure of the Priory School) – publicado em Fevereiro de 1904
    • Pedro Negro (The Adventure of Black Peter) – publicado em Março de 1904
    • Charles Augustus Milverton (The Adventure of Charles Augustus Milverton) – publicado em Abril de 1904
    • Os Seis Bustos de Napoleão (The Adventure of the Six Napoleons) – publicado em Maio de 1904
    • Os Três Estudantes (The Adventure of the Three Students) – publicado em Junho de 1904
    • O Pince-Nez de Ouro (The Adventure of the Golden Pince-Nez) – publicado em Julho de 1904
    • O Jogador Desaparecido (The Adventure of the Missing Three-Quarter) – publicado em Agosto de 1904
    • Abbey Grange (The Adventure of the Abbey Grange) – publicado em Setembro de 1904
    • A Segunda Mancha (The Adventure of the Second Stain) – publicado em Dezembro de 1904
  • O vale do medo (The Valley of Fear) – publicado em 1915.
  • A última aventura de Sherlock Holmes (His Last Bow) – série de contos publicada em 1917.
    • A Aventura da Casa das Glicínias (The Adventure of Wisteria Lodge) – publicado entre Setembro e Outubro de 1908
    • A Aventura da Caixa de Papelão (The Adventure of the Cardboard Box) – publicado em Janeiro de 1893
    • A Aventura do Círculo Vermelho (The Adventure of the Red Circle) – publicado entre Março e Abril de 1911
    • Os Planos para o Submarino Bruce-Partington (The Adventure of the Bruce-Partington Plans) – publicado em Dezembro de 1908
    • A Aventura do Detetive Moribundo (The Adventure of the Dying Detective) – publicado em Dezembro de 1913
    • O Desaparecimento de Lady Frances Carfax (The Disappearance of Lady Frances Carfax) – publicado em Dezembro de 1911
    • A Pata do Diabo (The Adventure of the Devil’s Foot) – publicado em Dezembro de 1910
    • O Último Adeus de Sherlock Holmes (His Last Bow) – publicado em Setembro de 1917.
  • Os Arquivos de Sherlock Holmes (The Case-Book of Sherlock Holmes) – série de contos publicada em 1927.
    • A Aventura de um Cliente Ilustre (The Adventure of the Illustrious Client) – publicado entre fevereiro e março de 1925
    • A Aventura do Soldado Livido (The Adventure of the Blanched Soldier) – publicado em novembro de 1926
    • A Aventura da Pedra Mazarino (The Adventure of the Mazarin Stone) – publicado em outubro de 1921
    • A Aventura das Três Empenas (The Adventure of the Three Gables) – publicado em outubro de 1926
    • A Aventura do vampiro de Sussex (The Adventure of the Sussex Vampire) – publicado em janeiro de 1924
    • A Aventura dos Três Garridebs (The Adventure of the Three Garridebs) – publicado em janeiro de 1925
    • O Problema da Ponte de Thor (The Problem of Thor Bridge) – publicado entre fevereiro e março de 1922
    • O Homem que andava de Rastros (The Adventure of the Creeping Man) – publicado em março de 1923
    • A Juba do Leão (The Adventure of the Lion’s Mane) – publicado em dezembro de 1926
    • A Inquilina de Rosto Coberto (The Adventure of the Veiled Lodger) – publicado em fevereiro de 1927
    • O Velho Solar de Shoscombe (The Adventure of the Shoscombe Old Place) – publicado em abril de 1927
    • O Negro Aposentado (The Retired Colourman) – publicado em janeiro de 1927.

Lista de livros do Sherlock Holmes resenhados no blog:

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Save me, little brother (Sherlock s04x02 – The Final Problem) | SÉRIES

Vamos a pergunta que alguns estão fazendo : foi realmente genial?

Eu digo que sim. Foi genial.

ALERTA : SPOILERS ! 

Domingo foi ao ar na BBC o último episodio da 4° temporada (e talvez da série) de Sherlock. E, devido a grande expectativa que foi criada em cima desse episódio, muitos fãs estão dizendo que o episódio foi uma grande decepção.

Claro, opiniões divergem e ninguém tem obrigação de gostar de nada. Porém, eu vou comentar alguns pontos e momentos do episódio aqui, que fizeram dele, pra mim, um dos melhores episódios de Sherlock.

REVELAÇÕES DE UM PASSADO ESQUECIDO

Fomos apresentados no segundo episódio a irmã de Sherlock Holmes : Euros. Como a informação havia sido apenas jogada pra gente, sem muitas explicações, milhões de teorias começaram a encher a internet sobre quem seria então Sherrinford, que Mycroft chama ao telefone. E… Descobrimos que, como alguns acabaram supondo, Sherrinford se referia ao local onde Euros estava presa.

Descobrimos também por que o Sherlock não lembrava dela, e que dos três irmãos, ela é a que nasceu mais “maluquinha da Silva“. Diferente dos dois irmãos, que nasceram apenas com o “negócio da dedução“, como diria John Watson, a querida irmã caçula nasceu com essa inteligência um pouco extrapolada, ou seja, a menina nasceu uma psicopata.

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POR QUE GENIAL?

Apresentados ao novo problema de Sherlock Holmes, posso dizer que o que tornou esse episódio um dos melhores foi o fato dele mexer com emoções e sentimentos, algo que o detetive não sabe lidar muito bem. Poucas vezes vimos Holmes sofrendo por algum caso, e nesse episódio conseguimos ver o desespero dele.

Esse é o problema. Muita gente vê o detetive como um super-herói que nunca será derrotado, ou que nunca vai achar um vilão tão grande quanto ele que o fará sofrer para conseguir ganhar a luta. O Sherlly sempre esteve acima dos seus vilões, e podemos dizer que só tivemos dois que deram um trabalho a mais pra ele : Moriarty e Irene.

Sherlock foi confrontado com um jogo mental, e foi esse o problema : a guerra foi mental, e não física.

Vemos Sherlock entrando em um jogo mental com a pequena irmã, que o vão destruindo cada vez mais. E é nesse ponto que nosso querido, amado por muitos, Moriarty ressurgi das trevas. É interessante como alguns personagens parecem perturbar mais quando na verdade, não estão ali. Eu realmente gostei do artificio que eles usaram para “reviver” ele na série. Dessa vez tivemos uma explicação para aparição de alguém antes dado como morto.

Todo o clima criado no episódio consegue vai envolvendo você, e deixando você desesperado junto com o detetive. Euros é sem dúvidas o maior pesadelo que Sherlock poderia ter. É o tipo de vilã que vemos ser capaz de tirar a vida de qualquer um só a qualquer momento, sem motivo algum.

O AVIÃO ESTÁ CAINDO

Talvez o que tenha me conquistado tanto foi todo o jogo mental que ela criou. Chegou um momento em que Sherlock tinha que salvar a pequena garota do avião e John, que estava preso no fundo do poço. Esse jogo se torna genial quando vemos que tudo é uma ligação ao que ela passava na infância. Não ter a atenção de Sherlock, fez com que ela tirasse a vida de seu melhor amigo. O tempo passou, e Sherlock teria que salva-la e leva-la pra casa, se quisesse salvar seu melhor amigo dessa vez.

E ele o salvou.

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Talvez tenha sido isso que me deixou com o vontade chorar quando episódio acabou. Foi ver que no fim das contas eles estavam bem. Não fisicamente, mas a relação. A sensação que eu tenho é que tudo que aconteceu entre o Sherlock e o Watson nesse temporada só serviu pra criar um laço ainda maior.

Eles são um família.

obs: as fotos desse post pertencem a BBC.

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It’s not a game anymore! (Sherlock s04x02 – The Lying Detective) | SÉRIES

Eu definitivamente não tenho mais emocional para assistir Sherlock.

OBS: Diferente do post sobre o primeiro episódio da 4 temporada, nesse post eu vou falar mais sobre os pontos altos do episódio e algumas teorias que surgiram com respeito a ele. 

Como não amar esses seres, meu Deus?!

ALERTA : SPOILERS ! 

Sabe quando você assisti alguma coisa e fala “Ok, ele me surpreendeu”? Essa foi minha reação com o primeiro episódio dessa temporada : mais dark, pesado, com mortes que não esperávamos, dentre outras revelações. Porém, eu fui surpreendida, de uma forma que não poderia imaginar, com The Lying Detective, o segundo episódio da temporada.

Desde que assisti ao primeiro episódio, a única coisa que ficava na minha cabeça era como ficaria a relação entre Sherlock e Watson após o ocorrido. E por mais que as coisas ainda estejam estranhas, eu senti que o que aconteceu só fortaleceu a relação que eles tinham. Nós podemos ver o quanto o John é importante pro Sherlock, e o mesmo acontece do outro lado :  Sherlock não pode viver sem John Watson.

VÁ PARA O INFERNO, SHERLOCK… E SALVE JOHN WATSON!

Enfim, deixando a relação dos amiguinhos de lado, nesse episódio algumas coisas foram reveladas. Por exemplo, fiquei um pouco confusa no primeiro episódio, após ver o discurso da Mary de “Save John Watson” acabar com um “Vá para o inferno, Sherlock Holmes!“. Bem, recebemos uma explicação para isso. Pela primeira vez, assistindo Sherlock, eu gostei da Mary. O irônico disso tudo é que na verdade não era ela, e só a mente do John sendo trollada pelos próprios pesamentos. Enfim, o que acontece é que nosso querido detetive deverá ir até o fundo do poço, quase morrer, ir ao inferno, para conseguir o John de volta. Para salva-lo, ele deverá deixar que o John o salve. E posso dizer que : a cena toda é fantástica!

UM QUARTO VENTO? POR QUE PARAR EM TRÊS?!

Outro ponto também explicado (não totalmente, mas foi exposto, pelo menos), é a aparição do possível irmão secreto de Sherlock e Mycroft. Urh… IRMÃ, devo dizer. Pra quem não percebeu de cara que a moça do ônibus era também a falsa Faith Culverton, e também a terapeuta do John, foi sem sombra de dúvidas um plot twits gigantesco quando ela revelou ser também a irmã secreta de Sherlock Holmes, chamada de Euros. O fato de ser uma irmã e não um irmão, e diferente dos livros, seu nome ser Euros e não Sherrinford, nos dá vazão para imaginar muitas coisas, como por exemplo, quem seria o Sherrinford que Mycroft chama no telefone? Poderia ser esse um segundo nome de Euros?

Algo que perturbou minha cabeça com respeito a essa personagem é quando ela fala sobre o bendito vento que sopra do leste. Juntando isso ao fato de Sherlock falar sobre a mania das pessoas de sempre pararem de procurar depois do três, por que não poderia haver um quarto irmão? São quatro ventos, quatro nomes : Sherlock, Mycroft, Euros e Sherrinford. Vai… não é uma teoria tão louca assim!

MR. HUDSON : EU TE AMO! 

Gostaria de separar um pedacinho desse post para a mulher que merece todo o amor do mundo : Mr. Hudson. A senhora que sempre ficava meio de lado, e era mais a tia que fazia café e chá pra dupla dinâmica, se mostrou uma ótima detetive, e depois de mostrar que entende nosso querido detetive melhor que o próprio irmão, colocou uma cambada de homem toda pra fora da casa, e ainda xingou o Mycroft. Gente… Quem é essa Mr. Hudson que eu não conhecia?

ACHO QUE TEM UM POUCO DE OLHO NAS MINHAS LÁGRIMAS

Para ir concluindo os tópicos, gostaria apenas de ressaltar um dos momentos mais lindos e emocionantes do episódio ( e dá série, devo dizer). Nós vimos um lado mais humano do Sherlock e a confissão do John. Foram muitos sentimentos para um momento só, e devo dizer que nunca chorei tanto assistindo Sherlock, como chorei hoje.

CONCLUSÕES

O que eu citei aqui foi apenas a ponta do iceberg gigantesco de teorias que existem por ai, e não contei nem metade do que aconteceu no episódio. Tentei focar mais nos pontos que eu gostei, e não tanto na trama como um todo. Ainda existem muitas perguntas a serem respondidas, e eu acho que a maior é : qual é a relação entre Euros e Moriarty? Afinal, vimos um ‘Miss Me?’ naquele papel, em !?!

Semana que vem vai ao ar na BBC o último episódio da temporada, e eu já estou sentindo o cheiro do hiatus novamente. Vamos fazer uma cartinha pros Tios Mark Gatiss e Steven Moffat, pedindo uma temporada maior, o que você acham? haha’

obs: as fotos desse post pertencem a BBC.

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The game is on! (Sherlock s04x01 – The Six Thatchers) | SÉRIES

Não sei o que dizer, apenas sentir.

Depois de três anos esperando por uma nova temporada, já que entre a terceira temporada (2014) e a quarta (2017) só tivemos um episódio especial de Natal, enfim chegou o dia em que os Sherlockians do mundo inteiro iriam parar com o sofrimento do hiatus eterno e sentar na frente de seus computadores e televisões para ver o detetive mais amado desse mundão : Sherlock Holmes. E depois de três anos, nada mais justo do que chegar chegando.

ALERTA : SPOILERS ! 

O primeiro episódio da 4 temporada já chegou cheio de traições, mentiras, crimes e tragedias. Algo que eu esperava a muito tempo acabou acontecendo logo no primeiro episódio da quarta temporada, mas eu vou comentar isso um pouco mais abaixo.

O episódio começou um pouco mais dark do que nós estamos acostumados. Durante todo o desenrolar da história ouvimos várias vezes uma fábula ser citada por Sherlock e outros dois personagens. O nome da fábula é Appointment in Samarra, e ela torna-se uma versão fictícia de tudo que está acontecendo no mundo real, o que acaba deixando o telespectador muito curioso : quem desempenhará cada papel e o final na vida real será o mesmo da fábula?

Após nos apresentar o clima que rodeará a nova temporada, podemos ver Sherlock, John e Mary trabalhando juntos. Um caso vai, outro vem, e você começa pensar se a série seguirá o mesmo ritmo e lógica das outras temporadas : pessoas aparecem com crimes, e o Sherlock os resolve em um piscar de olhos. Dai você se pergunta : o que aconteceu com o “Miss me?” e todo o clima pesado envolvendo o passado da Mary?

Bem, é evidente que Moriarty não deixou o Sherlock. Sempre houve uma dúvida se ele voltaria fisicamente ou de uma outra forma, mas o que realmente importa é que ele sempre está na cabeça do Mr.Holmes, e o persegue em todos os casos. Não há inimigo pior do que aquele que está preso dentro de nós. Sendo assim, enquanto ele resolve um caso envolvendo um jovem garoto que pretendia fazer uma surpresa ao seu pai, Holmes encontra uma outra cópia do pen drive que continha todas as informações sobre o passado de Mary, que havia sido destruído por John no último episódio da terceira temporada. Sim… foi nesse momento que eu dei um pulo de alegria e disse “É AGORA! VOCÊ NÃO ESCAPA!” Porém, diferente do que eu pensei, essa temporada trouxe um Sherlock mais humano, e vendo a vida de Mary em perigo, nosso querido detetive diz ter feito uma promessa – proteger Mary,John e sua pequena filhinha – e que ele fará de tudo para cumprir tal promessa. Não… melhor : ele fala, sem dúvida alguma, que irá proteger Mary. E foi aí que o problema apareceu.

Com o desenrolar do episódio, vemos a verdade sendo revelada e para a minha surpresa, não… a Mary não era a traidora da vez. Enquanto descobrimos que Mary não traiu a A.G.R.A, temos uma revelação chocante : nosso querido, amado, mister nice guy, John Watson, estava tendo um caso. Não vemos nenhuma cena onde nos é apresentado nitidamente que ele traiu a Mary, apenas troca de olhares e mensagens com uma jovem moça que ele conheceu em um ônibus. Porém, as cenas em que ele troca mensagens de texto e diz estar rodeado de mentiras, são suficientes para chegarmos a conclusão que ele realmente traiu a Mary. Não vou mentir que isso realmente me deixou chateada, já que desde que a Mary apareceu nessa série eu defendo o John e meto a malha na Mary. Mas enfim… voltemos a trama.

Após essa revelação bombástica, o episódio caminha para o seu ápice. O momento em que Mary paga sua dívida com Sherlock. Quando descobrimos a verdadeira traidora da A.G.R.A, a vida de Sherlock é colocada em jogo, quando a “vilã” do episódio aponta uma arma para o detetive e acaba atirando. Para salvar a vida do amigo, Mary se joga na frente de Sherlock, levando a bala em cheio. Os minutos seguintes são agoniantes : vemos Mary agonizando, pedindo para que John cuide de sua filha, dizendo que ele foi a melhor coisa que aconteceu na vida dela, e a cada frase, a situação vai ficando pior. Ele traiu ela, ela morreu. Como se a situação já não estivesse ruim o suficiente, a promessa vem a tona : Sherlock prometeu protege-la.

Eu já esperava a morte da Mary, já que nos livros sempre houve essa dúvida se ela havia morrido mesmo ou não, mesmo que todas as provas indiquem que sim. O que me tirou lágrimas no episódio não foi a morte dela, já que nunca fui fã da personagem, mas sim o que a morte dela trouxe. Como Steven Moffat falou em entrevista para o EW : A realidade é que Sherlock Holmes sempre será uma história sobre Sherlock e Dr. Watson. Eles foram divertidos como um trio, mas não funciona a longo prazo. […] Há um grande vilão a enfrentar, mas o centro da história será as consequências da morte de Mary e a culpa de Sherlock. Ele poderia ter feito melhor e foi esse estilo de vida que a matou. A situação poderia ter terminado de forma diferente se Sherlock não continuasse demonstrando suas habilidades naquele momento. Obviamente, não é culpa dele. Mary tentou salvar sua vida. Mas o fato de Sherlock não conseguir se controlar e isso foi o que culminou naquele tiro, adiciona uma nova camada. Vamos continuar o luto de uma forma adequada, vamos ter esta briga entre eles e será real, nunca irá embora completamente, pois você sempre pensa nisso, não importa quão imperecível seja esta amizade(AdoroCinema)

Isso me deixou bem chateada, já que sou fã de carteirinha dessa dupla. Minhas esperanças são de que a temporada acabe com eles bem, porém, duvido muito que isso acontece.

Agora, falando um pouco sobre o episódio como um todo. Eu realmente gostei, apesar de terminar de uma forma que me deixou bem chateada. Existem muitos mistérios que ainda serão esclarecidos (espero), como uma das cenas finais onde vemos Mycroft ligando para Sherrinford. Enfim, depois de três anos sem Sherlock, foi muita informação para um episódio só e eu ainda estou tentando me recuperar. Sendo assim, eu só tenho uma coisa dizer : The game is on!

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TOP 5 – Leituras de 2016 | LIVROS

Chegou aquela época que a gente para e pensa em tudo que conseguimos ler durante 1 ano. Confesso que tive boas leituras nos últimos meses, então resolvi escolher 5 deles para recomendar para vocês! Vamos lá?

obs.1: Leituras desse não são necessariamente de livros lançamentos nesse ano.

obs.2: Os livros estão apontados sem ordem de preferência.

OS SOFRIMENTOS DO JOVEM WERTHER, J. W. GOETHE

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Antes qualquer coisa, aquele pedido básico que faço toda vez que vou falar sobre esse livro : LEIAM! Pronto, depois do aviso e pedido, vamos ao livro.

O sofrimento é algo, muitas vezes, comum na vida das pessoas, e já foi trabalho diversas vezes na literatura. E um dos livros que mais ficou conhecido tratando desse assunto foi Os Sofrimentos do Jovem Werther, do J. W. Goethe. Em Os Sofrimentos do Jovem Werther, lemos cartas escritas pelo próprio Werther, destinadas a um amigo muito próximo chamado Wilhelm.

Por meio das cartas, nós acompanhamos o nascimento de um amor que não pode ser concretizado. Werther conhece e acaba se apaixonando por uma jovem chamada Lotte (ou Charlotte). O único problema, que acaba sendo o maior de todos, é que a jovem já está prometida a um rapaz, Albert. O fato do livro ser narrado em primeira pessoa acaba nos dando uma noção melhor do forma como o amor por Lotte vai tomando conta de Werther, e o consumindo.

No começo do livro, vemos que as cartas do jovem para seu amigo relatam fatos corriqueiros de sua vida, descrevendo as paisagens do lugar onde está e os costumes da população local. Porém, depois que Werther conhece Lotte, sua cabeça é dominada pelo amor e paixão que sente pela jovem, e as cartas para Wilhelm tem uma única temática sempre: Lotte. A partir daí vemos que a cada dia que passa, o amor secreto que sente pela jovem o vai consumindo. Ter que guardar tal ardente paixão o destrói. Nesse ponto, posso descrever Werther como uma pessoa um tanto impulsiva e levada muito facilmente pelos sentimentos. Ele se doa demais, se entrega demais ao amor que sente por Lotte.

O sofrimento em excesso pode tirar a sanidade da pessoa, e essa questão é muito bem trabalhada no livro. Em alguns momentos Werther questiona se realmente é correto chamar alguém de louco, sem antes conhecer o que levou a pessoa a tomar uma certa decisão, e muitas vezes defende o fato de alguém tirar a sua própria vida por isso.

DIÁRIO DE UM LOUCO, NIKOLAI GÓGOL

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Assim como o sofrimento em excesso pode tirar a sanidade do homem, o amor cego e extremo pode levar uma pessoa a loucura. Essa temática é trabalhada em O Diário de um Louco do Nikolai Gógol. O livro, que é narrado em primeira pessoa, mostra o dia a dia de Aksénti Ivánovitch, um funcionário público que tem a simples tarefa de afiar as penas de escrever do Director. Para fugir da vida monótona, Aksenti cria uma vida paralela em sua cabeça, e essa aventura vai se tornando cada vez mais esquizofrênica. O que piora a situação é o fato dele nutrir um amor platônica pela filha do seu chefe, Sophie, e não poder concretizar tal paixão. Por meio das anotações e descrições que ele faz, acompanhamos a evolução da sua loucura.

Quem me acompanha no Hey Ysa desde o começo desse ano sabe que eu sou a louca (olha o trocadilho) e fascinada por livros que falem sobre loucura e o que a mente humana pode chegar a fazer com um individuo. Muito por esse motivo Psicose é o meu livro favorito ever.

Foi por essa paixão por loucura ( e meu amor não explicado por russos e seus livros) que eu resolvi ler  O Diário de um Louco. Me surpreendi. Eu acabo não dando tanta importância para livros e contos pequenos, por que não todo autor que consegue escrever uma boa trama, envolvente e que te deixe curioso, em poucas páginas. Mas Gógol mostrou que isso é possível e em apenas 56 páginas escreveu uma história fantástica, que merece ser lida por todo mundo.

O CURIOSO CASO DE BENJAMIN BUTTON, F. SCOTT FITZGERAld

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Olha outro pequeno em páginas que também surpreendeu pela sua grandiosidade em conteúdo.  Em O Curioso Caso de Benjamin Button, conhecemos Mr. Button, um homem que vê seu sonho de ser pai ir quase por água abaixo quando o primeiro bebê da família nasce com a aparência de um senhor de 70 anos. Com uma barba longa, cabelo branco, pele enrugada e uma postura encurvada, o jovem Benjamin Button não parece nem um pouco com um bebê que nasceu a menos de seis horas.

A situação piora quando o pequeno grande Benjamin começa a ficar mais novo a cada dia que passa. O crescimento peculiar do rapaz trás para ele alguns problemas, tanto em suas relações pessoais como no seu progresso acadêmico.É muito interessante ver as decisões normais da vida, como casar-se com alguém, sendo tomadas por Benjamim. Você é levado a analisar as motivações do personagem, e ver como ele lida com cada situação. É realmente interessante (e muito engraçado).

SETE MINUTOS DEPOIS DA MEIA NOITE, PATRICK NESS

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Conor é um menino com apenas 13 anos, mas com experiência suficiente para lidar com uma vida muito conturbada : tem mãe muito doente, um pai que foi embora para “outra família”, uma avó que não aparece uma avó e um garoto que não o deixa em paz na escola. A situação é tão difícil, que a aparição de um monstro em sua janela – com uma aparência que lembra muito um Groot do mau – não parece ser nada de outro mundo. O monstro gigante aparece sempre sete minutos depois da meia noite e , ao contrário do que muita gente pensaria, não deixa o pequeno Conor com medo.

Por meio de uma história comovente, Patrick Ness nos ensina que nem tudo na vida está em nosso poder, e que muitas vezes nós temos que apenas reconhecer a verdade da situação.

PROTOCOLO BLUEHAND : ALIENÍGENAS, EDUARDO SPOHR, AZAGHAL E JOVEM NERD

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Se você acompanha o Jovem Nerd, este livro deve ter, com toda certeza, todo um sentido a mais. Estamos familiarizados com o nerd dotado de uma inteligencia fenomenal, que atende pelo codinome Bluehand. Mas não sei preocupe! Se você nunca ouviu um Nerdcast e não faz ideia de quem seja esse cara, o prefácio do livro vem trazendo um texto que irá contextualizar você nesse universo.

Logo após apresentar o leitor a arma secreta da nossa sobrevivência, o livro trás um sumário que mostra sua divisão em seis capítulos – conhecendo o inimigo, modus operandi, como combate-los, contato, invasão e vitória – e dois apêndices – os ets na sociedade humana e obras recomendadas.

Alguns pontos que eu gostaria de ressaltar : O livro tem uma qualidade FANTÁSTICA (como todos da Nerd Books). Além disso, ele lembra o estilo daquela série da Bertrand, sobre Star Wars, que é composta pelo Caminho do Jedi mais três livros. Todo o livro tem “rabiscos” e observações escritas “a mão”. Em algumas páginas tem marcas de xícara de café, além delas parecerem estar desgastadas. Isso é fantástico e dá um ar de realidade muito legal. E por fim, o livro tem várias (MUITAS mesmo) citações de filmes, séries e livros muito conhecidos entre os nerds❤

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Já leram algum dos livros citados? Se não, eu SUPER recomendo a leitura de todos! Tem o selo de qualidade Hey Ysa ante perca de tempo haha’

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